Gosto das músicas todas mas adoro principalmente as que têm um ritmo country/jazz como esta, enjoy.
domingo, 9 de janeiro de 2011
nj
Gosto das músicas todas mas adoro principalmente as que têm um ritmo country/jazz como esta, enjoy.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
joanna newsom
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
jeanne balibar
Confesso que não percebo o que diz porque sou uma leiga em relação ao francês mas a sensação que transmite é suficiente para me arrebatar, transmite calma e paixão desmesurada ao mesmo tempo, atingindo o amâgo, vou provavelmente recorrer aos inúmeros sites que fornecem as traduções mal feitas destas das letras destas músicas que ultrapassam o meu entendimento.
Ainda bem que ontem decidi pegar no comando por instantes.
domingo, 14 de novembro de 2010
Andrea Bocelli - Cantico
Este senhor preenche as minhas noites com um italiano lindíssimo que eu não percebo e que mesmo assim adoro.
Numa tentativa de saber o que realmente oiço decidi pegar no pequeno folheto com as letras e apesar de a nível de melodia esta música não me parecer completa e de não me arrebatar na plenitude depois de conhecer a letra toda ela fez sentido para mim. Aconselho a pesquisarem a letra porque é linda. Enjoy.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
música #1
I'll sing along
sábado, 16 de janeiro de 2010
iris
A letra, e que linda, é esta:
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Young-Choon Park
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
We Might As Well Be Strangers
- Hopes and Fears dos Keane
- The Fall da Norah Jones
- Chopin tocado por Maria João Pires
São excelentes álbuns de músicos que adoro e que me têm acompanhado nas breves viagens de carro para esconder o silêncio desconfortável que ninguém decide quebrar, que têm estado presentes nas horas más com melodias agradáveis e letras magníficas, ouvindo as minhas lamúrias quando mais ninguém o quis fazer.
Se tiverem oportunidade oiçam.
Uma das músicas que me cativou mais no álbum dos Keane foi We Might As Well Be Strangers, chamou-me a atenção porque nunca a tinha ouvido ao contrário das restantes músicas e é das mais bonitas. Deixo aqui a letra:
I don't know your face no more
Or feel the touch that I adore
I dont't know your face no more
It's just a place I'm looking for
We might as well be strangers in another town
We might as well be living in a different world
We might as well
We might as well
We might as well
I don't know your thoughts these days
We're strangers in an empty space
I don't understand your heart
It's easier to be apart
We might as well be strangers in another town
We might as well be living in another time
We might as well be strangers
For all I know of you now
For all I know
É uma música lindíssima que merece que percam cerca de 3 minutos e 12 segundos do vosso tempo para a ouvirem. Vale a pena pensar, vale a pena sentir, vale a pena sonhar, transportados para o mundo encaminhados por esta melodia lenta que nos embala suavemente, enquanto um cantor com uma voz maravilhosa diz palavras doces, que no meu caso tocam num lugar num recanto profundo do nosso ser, nas feridas ainda por sarar, dos amores que agora nos parecem estranhos, dos amigos que nos parecem ignorar, da triste e dura vida que nos parece ataiçoar tantas vezes.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Notas soltas
Já ouviram as majestosas notas de uma composição de Yann Tiersen? Como a valsa d'Amelie, ou Comptine d'un autre été, melodias que não precisam de um acompanhamento como a voz humana porque já são músicas completas, quando me concentro nas notas, dependendo do meu estado de espírito há uma letra, uma série de pensamentos diferentes e emoções que são provocados pela beleza e magnificência destas obras de arte...
Mozart, Bach, Chopin, Debussy, Beethoven, todos nomes conhecidos por quase toda a gente, melodias que encontramos em belíssimas caixas de música, porém ninguém incentiva os jovens de hoje em dia a interessarem-se por este tipo de música, temos de a encontrar à nossa maneira e de alguma forma tentar reinseri-la no quotidiano da sociedade que vive acompanhada por músicas comerciais, que não carregam nenhuma emoção em si, músicas sem paixão, músicas sem história, há quem chame àquilo que passam nas discotecas música apesar de serem apenas duas ou três notas tocadas em sequências diversas. Nas ruas vivemos rodeados dos barulhos do tráfego, de conversas alheias cujas palavras não conhecemos. Por vezes cruzamo-nos com um ou outro músico de rua e não lhe prestamos atenção, pensamos que é apenas mais um que pensa que pode fazer música, mas eu recordo-me de uma vez em Paris, quando me cruzei no metro com um saxofonista a tocar jazz maravilhosamente e me perguntei porque razão aquele senhor com um talento incrível tocava no metro onde muita gente nem reparava na sua presença enquanto artistas que já não vendem música mas sim a sua imagem faziam dinheiro e eram reconhecidos mundialmente... Especulo agora que talvez quisesse levar a sua música ao mundo de uma forma diferente, levando o seu estilo musical e o seu talento a quem o quisesse ouvir, apenas pelo gosto de tocar em troca de nada, ou em troca de um olhar, um sorriso como o que me surgiu nos lábios ao ouvir tão bela e profunda melodia, ainda a recordo apesar de já não me ser possível reproduzi-la oralmente para que as pessoas a percebam, ainda a oiço, num recanto da minha memória. Foi nesse momento que o meu espírito despertou novamente para a música...


