domingo, 23 de janeiro de 2011

coffee break


Adoro café, adoro cheiro a café, adoro que o meu quarto cheire imensamente a café de momento. Se precisarem de mim estou a dedicar tempo ao meu guilty pleasure, so wait.

domingo, 16 de janeiro de 2011

(basicamente viciada nisto, framboesas, amoras e mirtilos)

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

The Pagemaster

Lembro-me de ver este filme quando ia para casa de uma prima minha, e adorava-o, é sobre um rapaz que é apanhado por uma tempestade e se abriga numa biblioteca e basicamente é consumido pelas histórias e vagueia entre elas. É tão fofinho. Tenho de o ver outra vez.

estado de latência

As pessoas normalmente queixam-se, eu de momento estou feliz, basicamente conformada com a vida que tenho. Nesta frase pode parecer que a minha vida não é boa, pelo contrário tenho todas as possibilidades e facilidades para ser feliz e sou, o único problema, que acaba por não ser um problema é  facto de a minha vida estar estagnada. Não, não é bem estagnada, é mais a desenrolar-se pausadamente, sem nenhum acontecimento estrondoso, sem nada que me abale verdadeiramente, e é nestes momentos de paz que nos dispomos aparentemente a incorrer nos grandes falhanços da nossa existência ou a esforçarmo-nos por ter algo mais.
Eu estou a esforçar-me por permanecer neste estado de latência, em que é fácil respirar, é fácil chorar se quiser, sem o fazer com mágoa, é fácil rir, demasiado fácil que até se torna irritante, é fácil conviver e ser sociável e ao mesmo tempo é muito simples estar sozinha e isolar-me frequentemente, não como um acto depressivo e de refúgio, mas pela facilidade com que posso conviver comigo mesma, tal como o faço com os outros.
E penso que todo este estado de espírito advém de uma percepção de mim mesma, uma aceitação de mim e da minha forma de pensar e viver, porque as pessoas que têm constante necessidade de estar com os outros é porque normalmente não se sentem protegidas quando estão sozinhas consigo mesmas.
Posso afirmar-me feliz e espero que nada abrupto me interrompa.

(just love it)

domingo, 9 de janeiro de 2011

nj


já o tenho, e é tão lindo... oh, ela é das minhas artistas favoritas, é possível gostar-se genuinamente dela principalmente devido à sinceridade e simplicidade que ela transparece, aliadas com uma voz única e um som muito caraceterístico que permite que a identifiquemos no momento.
Gosto das músicas todas mas adoro principalmente as que têm um ritmo country/jazz como esta, enjoy.


É uma música feliz que nos permite sorrir por uns intantes e ficar com a melodia na cabeça durante horas, a trautear até que as pessoas nos mandem calar por não pararmos de cantar o refrão que é a única parte que eu  recordo, de momento.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Encontrei ontem um concurso de escrita, cujo prémio se resume basicamente à publicação do conto com que se concorre. Eu adoro escrever e quero imenso ter uma ideia maravilhosa para escrever um conto arrebatador para poder enviar e me sentir realizada apenas porque o consegui escrever e neste momento sinto-me frustrada por não me ocorrer nada e por o prazo terminar no fim de Janeiro.
Tenho basicamente quatro semanas e nenhuma ideia.
À espera de uma inspiração provavelmente, talvez caia do céu.
thoughts for 2011:
#1 dream more
#2 laugh more
#3 travel more
#4 continue being myself
#5 laugh a little more
#6 live a little more
#7 dream a little more
#8 thank a little more

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

pode ser pai natal?

uns vestidinhos de oscar de la renta, pode ser?

Kings of Convenience - Me In You


Deles gosto indubitavelmente :)

joanna newsom

Ainda não sei o que achar, canta de uma forma estranha e é igualmente de uma forma estranha que as músicas me parecem agradar, lembram-me canções de embalar, e as melodias estão centradas em arpa o que as torna muito harmónicas. Não sei. Vou ouvir um pouco mais para me decidir, ou não.


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Tenho de ver este filme outra vez, é tão lindo.


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

preciso...

...de algo, de uma meta a atingir, um propósito. Preciso de uma paixão, mas não uma que seja completamente absurda, algo possível e até provável, algo bonito. Preciso e quero. Mas deste vez vou esperar, vou esperar pelo momento certo, vou esperar pela paixão e não a forçar de maneira nenhuma, não vou procurar e vou esperar que a pessoa mais improvável me chame a atenção, vou esperar por aquela pessoa que eu considero normal e que me vai arrebatar no momento mais inesperado. Eu ainda acredito em histórias de amor, ainda acredito em contos de fada imperfeitos e em histórias saídas de livros da Jane Austen, acredito porque quero e porque faz parte de mim e porque precisa disso e me sinto vazia sem a imagem de amor, é algo inerente a mim, não algo único mas algo meu. Quero andar descompassada mas com esperança, não este momento de transição irritante em que tentamos ultrapassar uma coisa para podermos estar melhor e ser melhores e aparentemente o conseguimos mas algo chega e nos mostra o quão estamos errados. Quero sair disto, quero a calma antes de algo deste género se repetir, quero a liberdade emocional plena, por favor. E quero fugir, para outro sítio, com outras pessoas, começar de novo, ter experiências novas e não as mesmas repetidas vezes porque a imaginação e o entusiasmo se perdeu algures.
Pode ser ou pedir demasiado?
Por agora quero-me apenas a mim, sinto-me suficiente para mim mesma.
(e por favor que neve amanhã para eu não ter de ir às aulas)

please

please, let me go back, even if it's just for an hour, one hour, to remember you and live you. please

sábado, 27 de novembro de 2010

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

transparência

Gostava de poder dizer que te vejo, mas na realidade não. Gostava de te considerar transparente para mim mas continuas um enigma. Não posso dizer que sejas um reflexo de nenhuma outra pessoa que eu conheça, és apenas tu.
Portanto, não és um reflexo nem és transparente. Onde nos deixa isso? Talvez no meio, no intermédio, na fase do lusco-fusco em que a realidade se confunde com a imaginação, e aquilo que parece demasiado absurdo o consideramos erradamente falso. És portanto um puzzle, algo mais como um espelho ou um vidro partido em mil pedaços, vejo os pedaços mas não faço a menor ideia de como os devo unir, além de temrer magoar-me através desse processo.
Por vezes falas e parece que vejo algo mais, uma leve película retirada de todo esse teu eu, uma parede a menos, menos uma defesa. Instantes depois ela regressou e retomas o teu lugar estagnado, e eu recupero o desígnio de nunca ver através de ti, nem de nunca te ver a ti.
No fundo preferia que fosses semi-transparente comigo, como se te observasse através do fundo de um copo de água, distorcido mas mesmo assim reconhecível. Queria um pedaço de ti e tu não pareces disposto a dar-me isso. Queria que estivesses aqui, mesmo aqui, que fizesses notar a tua presença através de pormenores e que não parasses apenas aqui.
Gostava, mas a realidade é que tu ainda não deste oportunidade de recolher os teus fragmentos para que te pudesse compreender, e ao mesmo tempo roubaste-me os pequenos cristais, semelhantes a grãos de areia, necessários para garantir a coesão do teu reflexo.
Quero mais do que um vislumbre rápido. Apenas tens de me permitir correr o risco de me cortar nos fragmentos da tua imagem.